VINHOS CATTACINI  
  Merlot Cattacini 2011  
  Peverella Cattacini 2014  
  Clos Cattacini - Gewurztraminer 2014  
  Espumante Rosé
Nature Cattacini 2015
 
  Barbæra - Barbera Cattacini 2015  
  Quíron - Chardonnay Cattacini 2015  
  Quíron 2017 - Ribolla Gialla - Fiano  
  Vale do Luar - Chenin Blanc Cattacini 2015  
  Azzul Cattacini - Espumante Extra-Brut  
  Clos Cattacini - Trebbiano Romagnolo 2014  
  Espumante Santiago
Extra-Brut
 
 
LINHA ZUIM

 
  Zuim Tinto 2013  
  Zuim Espumante Brut  
 
VINHOS PERSONALIZADOS

 
  Rosé La Sagrada Familia - Cattacini 2017  
  ABW - Cattacini - Ribolla Gialla - Fiano 2017  
     

 

Chenin Blanc

A Chenin Blanc é originária do Vale do Loire, França, sendo que a primeira menção histórica data de 845 d.C.

Foi a primeira variedade a ser plantada no coração do Vale do Loire, no século XV, sendo Anjou e Tourraine as localidades onde melhor se adaptou e por esta razão são produzidos os vinhos mais excitantes com esta casta, sejam doces, secos, espumantes ou tranquilos.

Também se adaptou em outros países principalmente a África do Sul, e também em outros países do Novo Mundo. No Brasil se encontra aclimatada no Vale do São Francisco, onde sua produção é majoritariamente destinada à produção de espumantes.

Historicamente é conhecida como uma uva difícil de amadurecer, devido às condições climáticas da região onde é plantada. Novos métodos de manejo e vinificação utilizados no Novo Mundo, como o uso de cubas de aço inox, cuidados com higiene, controle da temperatura de fermentação para a maximização da extração dos aromas de frutas, baixos rendimentos, melhores métodos de condução e colheita já em pleno outono, contornaram esta dificuldade.

A Chenin Blanc é uma variedade de amadurecimento bastante tardio. É uma planta de bastante vigor: em superproduções resultam em vinhos ordinários e acídulos enquanto que controlando este vigor e colhendo com rendimentos baixos encontram-se vinhos, principalmente em Savennières, Saumur e Vouvray, únicos, acídulos, com aromas de greengages, uma espécie de ameixa verde e angélica, que envelhecem sublimemente por décadas.

A Chenin Blanc quando madura, equilibrada e com baixos rendimentos resulta vinhos maravilhosos, já em estado oposto é protagonista de um dos vinhos mais ordinários que se têm notícia.

A Chenin Blanc é bem inclinada ao ataque da podridão nobre, atingindo na juventude a suculência e na plenitude uma cor âmbar brilhante do mel, açúcar queimado e marmelos. Apresenta a capacidade de reter a acidez, mesmo em climas quentes.

Nos vinhedos de Chenin Blanc eram plantadas juntas com a Verdelho, pois esta amadurecia em torno de duas semanas antes, o que em anos frios era a salvação da lavoura! As leis da AOC não permitem mais esta prática. No Vale do São Francisco a utilização da Verdelho não deve ser para este fim e sim para um leque aromático maior.

Tipicamente apresenta a tonalidade amarelo palha com nuance esverdeada, médio corpo, mineral, com grande capacidade de envelhecimento. No nariz os descritores mais comuns são: mel, abricó, maçã, abacaxi e frutas tropicais.