VINHOS CATTACINI  
  Merlot Cattacini 2011  
  Peverella Cattacini 2014  
  Clos Cattacini - Gewurztraminer 2014  
  Espumante Rosé
Nature Cattacini 2015
 
  Barbæra - Barbera Cattacini 2015  
  Quíron - Chardonnay Cattacini 2015  
  Vale do Luar - Chenin Blanc Cattacini 2015  
  Espumante Azzul Cattacini Extra-Brut  
  Clos Cattacini - Trebbiano Romagnolo 2014  
  Espumante Santiago
Extra-Brut
 
 
LINHA ZUIM

 
  Zuim Tinto 2013  
  Zuim Espumante Brut  
 
VINHOS PERSONALIZADOS

 
  Rosé La Sagrada Familia - Cattacini 2017  
  ABW - Cattacini - Ribolla Gialla - Fiano 2017  
     

 

A Mitologia

O símbolo escolhido para a marca Cattacini é a figura mitológica do centauro Quíron, considerado superior por seus próprios pares.

Segundo o mito, Saturno, deus do tempo, casado com Réia, se metamorfoseou em cavalo para poder se encontrar com a ninfa Filira. Desta união nasceu o centauro, metade homem e metade cavalo. Quando Filira viu a sua cria, não suportou ser mãe de uma criatura tão estranha, pediu aos deuses que a transformassem e assim virou uma árvore, a Tília.

Quíron, abandonado por mãe e pai, que fugiu, sobreviveu por ser imortal, pois era filho de um deus. Encontrado por Apolo, deus do Sol, que o adotou e transmitiu todos os seus conhecimentos em artes, música, poesia, ética, filosofia, artes divinatórias, profecias, terapias curativas e ciência.

Como adulto tornou-se um grande sábio, profeta, médico e mestre transmitindo a todos que desejassem aprender seus conhecimentos. Heróis como Hércules e Aquiles, assim como os filhos dos reis da Grécia foram seus alunos.

Quíron era o centauro chefe e especialista no uso da medicina de ervas e plantas, além da astrologia. Tinha o poder de cura nas mãos e o que não conseguia curar ninguém o fazia. Vem daí a origem das palavras quiromancia, quirografia e quirurgia, que evoluiu para cirurgia.

Uma flecha, disparada por Hércules e banhada no sague venenoso da Hidra, atingiu o centauro e acabou se tornando num ferimento incurável, pois era imortal. Como não conseguia curar o seu próprio ferimento passou a sofrer indefinidamente e, por isto, se recolheu a uma gruta no monte Pélion, onde continuou transmitindo os seus ensinamentos a quem o procurasse.

O titã Prometeu por ter roubado o fogo dos deuses e entregue aos homens foi castigado por Zeus, que impôs a pena de que só o libertaria se um imortal abrisse mão de sua imortalidade e fosse para o reino de Hades (inferno) em seu lugar.

Hércules propôs a Zeus a troca, pois Quíron ansiava terminar o seu sofrimento, que o libertou para morrer tranquilamente e numa singela homenagem, por sua atitude nobre, colocou-o no céu criando a constelação de Sagitário – sagitta, em latim, significa flecha.


O Vinho

Desenvolvido em conjunto com a Vinícola Santa Augusta (VSA), no Meio-Oeste Catarinense, o Quíron é um vinho de altitude e atitude. Suas uvas foram cultivadas em vinhedos situados acima de 1.000 metros de altitude em relação ao nível do mar, nos municípios catarinenses de Videira e Água Doce.

Resultado de um corte sui generis com as variedades Chardonnay (90%) e Sauvignon Blanc (10%), o Quíron apresenta-se límpido, com uma coloração amarelo palha. Ao nariz, mostra-se franco, frutado, floral e mineral, com boa intensidade e persistência aromática. Seus principais descritores são abacaxi, banana e um leve toque de baunilha devido à fermentação de parte do Chardonnay em barricas de carvalho francês.

O Quíron é leve, agradável e elegante. Persistente, seco e com acidez equilibrada. Demonstra bom equilíbrio entre o aspecto olfativo e gustativo.

Harmônico e gastronômico, o vinho mostra-se ideal para acompanhar peixes, carnes brancas, alguns tipos de risotos, massas e queijos, além de pratos da culinária brasileira, francesa e contemporânea. A temperatura ideal de serviço situa-se entre 9º e 11ºC.

As variedades que compõem o corte do Quíron foram cultivadas e vinificadas com práticas biodinâmicas. A fermentação das castas se deu em etapas distintas. Metade da composição do vinho é de Chardonnay, que fermentou e estagiou em barricas de carvalho francês Seguin Moreau por quatro meses; 35% deste mesmo varietal e 15% do mosto da Sauvignon Blanc fermentaram separadamente em toneis de aço inoxidável, com controle de temperatura entre 12º e 13°C.

Foram envasadas, nesta segunda safra, apenas 600 garrafas, francesas e vedadas com rolhas de cortiça portuguesa. O Quíron se estabilizou em caves climatizadas por mais de uma ano, antes de chegar ao mercado.



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