VINHOS CATTACINI  
  Merlot Cattacini 2011  
  Peverella Cattacini 2014  
  Clos Cattacini - Gewurztraminer 2014  
  Espumante Rosé
Nature Cattacini 2015
 
  Barbæra - Barbera Cattacini 2015  
  Quíron - Chardonnay Cattacini 2015  
  Quíron 2017 - Ribolla Gialla - Fiano  
  Vale do Luar - Chenin Blanc Cattacini 2015  
  Azzul Cattacini - Espumante Extra-Brut  
  Clos Cattacini - Trebbiano Romagnolo 2014  
  Espumante Santiago
Extra-Brut
 
 
LINHA ZUIM

 
  Zuim Tinto 2013  
  Zuim Espumante Brut  
 
VINHOS PERSONALIZADOS

 
  Rosé La Sagrada Familia - Cattacini 2017  
  ABW - Cattacini - Ribolla Gialla - Fiano 2017  
     

 

Barbera

A Barbera tem a sua origem ainda não precisamente definida. A primeira referência confiável sobre esta variedade data de fins do século XVIII, quando o Conde Pergamo, por volta de 1787-1798, mencionou uma variedade conhecida como Barbera perto da cidade de Asti, noroeste da Itália, na região do Piemonte.

Desde o século XIX a Barbera tem sido descrita como uma variedade típica da região de Asti.

A falta de informações anteriores à 1798 e a sua relativa recente expansão sugerem que a sua origem pode ser qualquer local do país. Estudos recentes de DNA mostraram que a Barbera mantém uma fraca relação com as outras variedades do Piemonte, o que pode demonstrar que esta foi recentemente introduzida na região.

A falta de registros anteriores ao século XVIII em toda a Itália sugere que a Barbera começou sua vida recentemente através de um cruzamento natural em algum vinhedo, provavelmente fora da região do Piemonte.

Estudos de DNA adicionais serão necessários para se chegar ao local de nascimento da Barbera.

As principais características da Barbera são: produtividade, amadurecimento relativamente tarde, retendo alta acidez mesmo quando completamente madura, o que a ajudou a ser conhecida em regiões de clima quente como o Brasil, profunda cor rubi e com poucos níveis de taninos.

Os vinhos produzidos pela Barbera apresentam cor profunda, acidez elevada e poucos taninos: são relativamente macios e apresentam, tipicamente, aromas de cerejas.

A Barbera é hoje a mais típica e difundida variedade no Piemonte. Também é encontrada na Lombardia, Emilia-Romagna e em algumas localidades do sul italiano. É a terceira mais plantada em toda a Itália sendo superada apenas pela Sangiovese e, depois, pela Montepulciano: mais de 60% de todas as plantações italianas estão localizadas no Piemonte.

Sinonímia: "Barbera Piemont" ou "Piemont", no Rio Grande do Sul; "Barbera d’Asti", na Argentina.

Espécie: Vitis vinifera.

Cor da Uva: Tinta.

Uso: Vinho tinto.

A "Barbera" é originária da região norte da Itália. Além de grande expressão em seu país de origem, também é cultivada na Argentina e no Brasil. Foi introduzida no Rio Grande do Sul no início do século XX, e seu cultivo se difundiu na Serra Gaúcha, a partir de 1925.

Foi a principal vinífera tinta da região até 1983. A partir daí, cedeu espaço para viníferas tintas francesas como "Cabernet Franc", "Merlot" e "Cabernet Sauvignon". É uma cultivar produtiva e bem adaptada no Rio Grande do Sul. A uva normalmente atinge elevado teor de açúcar e apresenta acidez também elevada. É sensível as podridões do cacho, havendo prejuízos em anos chuvosos durante o período da maturação.

Origina vinho rico em extrato, com coloração intensa e acidez elevada. Com estas características, a "Barbera" poderia ser uma boa opção de uva tinta para a região nordeste do Brasil.

Obs.: Na Serra Gaúcha existe uma outra cultivar vinífera não identificada, difundida com o nome de "Barbera d'Asti".

Nativa do Piemonte, no noroeste da Itália, a Barbera é a uva mais plantada na região. Apesar de o Piemonte ser famoso pelos vinhos tânicos produzidos com a uva Nebbiolo (Barolo e Barbaresco), são os Barbera, vinhos de estrutura leve, que são consumidos no dia a dia do piemontês. A Barbera empresta seu nome para duas das denominações de origem do Piemonte: Barbera d'Asti e Barbera d'Alba. Comum também em outras regiões da Itália, como Emilia-Romagna, Puglia, Campania, Sicília e Sardenha, a Barbera acompanhou os emigrantes italianos em suas viagens para outros países, como Austrália, Argentina, Estados Unidos, e até Brasil, sendo responsável por vinhos de qualidade também fora de sua terra natal.